Na correria


Não é moleza trabalhar no Fashion Rio! (Aliás, não é moleza trabalhar com moda, né? Tudo bem que a gente vive cercado de beleza e inspiração, mas é preciso ralar muito – e contar com uma boa dose de sorte – pra conseguir bons trabalhos.)
Fui recrutada pra caçar personagens em uma ação que o blog RIOetc tá fazendo com a Melissa. Andamos com esse carrinho recheado de sandálias e sapatilhas que farão parte da coleção de verão 2013 da marca e convidamos pessoas de quem curtimos o estilo para fotografar com o modelo que ela mais gostar. Quem tiver o look mais curtido no Facebook vai ter a chance de levar vários pares pra casa!
A correria de ontem impediu que eu conseguisse ver alguns desfiles, mas é sempre divertido observar os fashionistas em seu habitat natural, reencontrar amigos e conhecer um monte de gente. Quando tinha um tempinho, aproveitava para clicar detalhes que curtia, como o cabelo da Ju (fotógrafa do RIOetc), a rasteirinha da Isa, e alguns detalhes dos painés que embelezam o Jockey Club. Tive pouquíssimo tempo livre, deu pra perceber, né? hahaha. Essa foto minha aí em cima foi tirada pro IG, acho que poderia ter sido melhor batida, mas tudo bem, serve pra mostrar minha escolha de look pro primeiro dia! Esse tricô é da Maria Filó e fez um sucesso por ter uns paetês costurados no ombro, pena que não dá pra ver nessa imagem ;(


Depois a equipe RIOetc ainda passou na Via Manzoni, onde rolou o lançamento da 4a edição do jornal MODO na Bombinha!, pop-up store superdivertida e cheia de achados! O MODO tá lindo, com mais páginas do que o anterior e cheio de imagens inspiradoras tipo essas aí embaixo.

E hoje tem mais! Vou correr aqui pra pensar no meu look ;)

Downton Abbey

Downton Abbey estreou na Inglaterra em 2010 e só chegou agora no Brasil. Vencedora de seis Emmys em 2011, a série tem uma primeira temporada curtinha (7 episódios), ou seja, se você gostar (e baixar/comprar o box) vai ver tudo em, no máximo, 1 semana! Tive o inenarrável prazer de tirar meu siso essa sexta, então, meu fim de semana foi totalmente dedicado a ficar deitada/sentada vendo filmes, etc, por isso terminei a primeira temporada rapidinho.

O que mais gostei é a abordagem da história, bem diferente do que estamos acostumados. A trama se passa na mansão do conde de Grantham que tem três filhas e nenhum herdeiro direto para sua herança. A esperança vem de casar Mary, sua filha mais velha, com algum bom partido, mas a moça não tem o gênio muito fácil. Paralelamente, ficamos sabendo como é a vida dos vários empregados incumbidos de manter a propriedade em ordem e seus moradores felizes. Esse núcleo torna tudo mais real, menos historinha clichê, sabe?

Além disso, a série se passa no começo do século XX, quando as mulheres começam a lutar mais fortemente por seus direitos, a Primeira Guerra Mundial está prestes a explodir, a eletricidade e o telefone chegam às casas e, enfim, começa a se estruturar a revolução de costumes que transformou a sociedade nisso que conhecemos hoje em dia.

Vale a pena ver se você gosta de:

- sotaque britânico;

- figurino do ínicio do século XX;

- curiosidades históricas;

- conspirações;

- mudanças de costumes.

Ansiosa pela segunda temporada!

Se virando

Muitas vezes a gente quer cozinhar alguma coisinha diferente mas dá aquela preguiça de procurar uma receita especial ou ir comprar os ingredientes no mercado, né?

Conheci um site legal que promete te ajudar numa hora dessas. O Gojee funciona assim: você escolhe se quer fazer um drink ou prato. Depois, se não curtir a receita que eles indicam logo de cara, você pode indicar um alimento que já tenha na geladeira, ou que você ame, e pronto: eles dão outras receitas!

Escrevi “fish” e recebi uma sugestão de salmão com quinoa e molho de iogurte que parece deliciosa! O único porém é que as receitas são em inglês, dá uma preguicinha, hehehe… mas, de qualquer forma, fica a inspiração! Queria muito provar esse salmão :)

Polaroids arruinadas

Essa é pra quem adora fotografar com máquinas analógicas ou Lomo: imagina você comprar uma Polaroid vintage numa feira de antiguidades, sair por aí toda feliz para clicar e, de repente, se deparar com a revelação de uma foto toda borrada, em que quase nada da imagem original aparece. Seria beeeem frustante, concorda?

Não é assim que pensa o fotógrafo americano William Miller .  Com sua máquina estragada ele criou a belíssima série “Ruined Polaroids”, compostas por surpreendentes imagens abstratas criadas ao acaso devido ao defeito técnico da sua Polaroid.

O resultado não ficou lindo? É aquela história…tudo tem sua utilidade, basta a gente ter uma mente aberta e um olhar criativo!

Dois filmes

Nunca estive tão viciada em assistir filmes! Seja no cinema ou em DVD, não consigo passar a semana sem ver, pelo menos, uns dois.

Esse fim de semana não foi diferente…aluguei uns ótimos: “Jane Eyre” e “A chave de Sarah“, que me pegaram de supresa na Blockbuster.

O “Jane Eyre” que vi é uma versão de 2011 com Mia Wasikowska (a Alice de Tim Burton) e o galã Michael Fassbender (suspiros), baseado no livro de Charlotte Bronte escrito em 1847. A mocinha do filme não é bem uma diva, no entanto, nada tem de boba, é inteligente, sabe o que quer e prega a independência feminina em pleno fim do século XIX. O drama tem um ar sombrio – minha mãe achou que era suspense -, mas não chega a dar medo. Conseguiu emocionar e prender a atenção até o fim! Também adorei o figurino.

Já “A chave de Sarah” não é suspense, mas é tenso. Julia, uma jornalista americana que mora em Paris há 25 anos, se vê envolvida num drama ao saber que o apartamento onde ela vai morar como marido e a filha pertenceu a uma família judia expulsa pela polícia francesa em julho de 1942. Tenso, tenso, tenso. Mesmo assim, achei ótimo. Gosto de ver esses tipos de filmes pra ter uma mínima, infinitamente pequena, noção de como foi vivenciar a Segunda Guerra. Bom pra se perguntar se, como Julia, você iria totalmente a fundo numa história polêmica do passado só para saber a verdade… Curti mais ainda porque é falado em inglês e francês ;)

Em “A chave de Sarah” – uma das cenas mais bonitas que já vi!

Domingo delícia

Ontem tive duas alegrias: celebrar o dia das mães tomando café da manhã com a mami e os irmãos ali na Colombo do Forte de Copacabana <3 e ver o Fluminense ser campeão!

Hummm… começar a semana assim é tão bom!

É interessante que ali no fim da praia de Copacabana a gente vê muita gente praticando o stand-up paddle, nova modinha que agrada principalmente quem não se arrisca a surfar. Nunca testei, mas dizem que a sensação é de você estar andando sobre as águas, já que fica em pé naquela imensidão azul. Deve ser bem relaxante!

Wanna try it?

E aí tá ela, aversa à foto..Beijo mãe, te amo!

Pra voltar um dia

Às vezes eu fico pensando por que é tão bom viajar, e por que eu gosto tanto disso. Sabe, tem gente que, praticamente, nunca saiu da sua cidade e é feliz assim, nem deseja ir muito longe, ver o mundo na TV já tá bom. Depois de algumas várias sessões de terapia entendo com mais facilidade que a felicidade é um conceito muito diferente pra cada pessoa. Eu acharia esse cidadão que não sai do seu sofá um ser extremamente infeliz, sem ambição, etc, mas ele, coitado, pode muito bem não estar nem aí pra tudo isso que eu tanto valorizo.

Anyway, a ideia do post de hoje surgiu quando eu tava pensando nos lugares onde já estive e sonho – sonho não, pretendo – voltar assim que possível, ou quem sabe voltar sempre, ou aquela cidade que já é tão ‘minha’ que não consigo me imaginar nunca mais indo. Você já pensou nisso

Por exemplo: eu morei em Breckenridge, nos EUA, durante uns dois meses em 2007. Foi o suficiente, no inverno tem muita neve por lá, a cidade é pequena, enfim, não tenho muita vontade de retornar, a não ser por uma ou outra pessoa que conheci. Mesmo assim, acredito que nunca mais vou voltar lá – a não ser que eu queira esquiar…não, acho que nunca mais mesmo.

Mas Lyon, ao contrário… gostei tanto que não consigo me imaginar nunca mais pisando ali de novo. Paris também, bien sûr. Berlim, que me surpreendeu de uma forma surpreendente (oi?!é, eu não sabia que ia amar arte urbana tanto assim), é uma cidade em que eu preciso ir de novo. Além de Londres (múltipla!) e Lisboa (nossa origem?). Nova York e São Francisco me fariam pegar um vôo de 12 horas mole, mole.

Doido isso, né? Conheço quem não pretende voltar pra esses lugares tão cedo, já viajou o que tinha que viajar por lá e pronto. Eu não, sinto que a cada vez que eu for vou ser uma pessoa diferente, que vai aproveitar a cidade de outra forma.

No Brasil também tenho as minhas queridinhas. Búzios, por ser o lugar do litoral onde eu vou desde criança, onde já conheci alguém muito importante na minha vida, e onde, enfim, todo mundo acaba indo uma vez ou outra. Você consegueria nunca mais voltar em Búzios? Pode bem ser que sim, mas eu, com certeza, não. Itacaré também é o lugar quando eu penso em praia, açaí, sol, bronzeado, surfe, relax.. queria muito voltar, mas ouvi dizer que a criminalidade por lá tá fueda, isso me desanimou.

Esses pontinhos no mapa-múndi me lembram experiências boas, sensações únicas, me interessam pelo estilo de vida, pela beleza, pela arquitetura, pela língua, sei lá. Fazem um pouco parte da minha história, ainda bem. E contando que ainda existe uma penca de países e cidades que eu quero conhecer, haja dinheiro e férias pra alcançar a realização, né? Ou um trabalho que se encaixe com esse estilo de vida, quem sabe? (sonho).

Clean and strong

Navegando por aqui descobri o trabalho de Herb Ritts, fotógrafo que começou sua carreira no fim da década de 70 e ganhou reconhecimento no mundo da moda e das artes.

Gostei particularmente pelas imagens serem em p&b e terem uma pegada minimalista, ao mesmo tempo em que são extremamente fortes. Isso que é ter personalidade no clique, né?

Também descobri que ele dirigiu alguns videoclipes. Dos que me lembro da minha época de vício em MTV: My All, Mariah Carey e Gone, N’Sync – relembrando a adolescência, hahaha.

Ah, pra quem tiver viajando pros Eua…tá rolando uma retrospectiva do trabalho dele em L.A! Acho que vale, hein!