No paraíso: Fernando de Noronha – parte 1

 

Sabe aquele lugar que mexe com você só de ver uma foto (tipo essa…), ler uma matéria na revista? Aquele lugar que você sonha um dia conhecer, mas no fundo não sabe se vai rolar de ir mesmo? Pois bem, Noronha era tipo isso pra mim. Mas aconteceu, a viagem rolou, e o melhor: foi além de qualquer expectativa!

OS PREPARATIVOS

Passagem:

Minhas férias e do meu namorado coincidiram (graças!) de ser no começo de dezembro, o que é bom pra viajar pelo Brasil – pegar frio no hemisfério norte, nem pensar – a preço ‘normal’, quando ainda não começou a exorbitância da alta temporada. Ainda conseguimos as passagens pra Recife e de lá pra Noronha com 6mil milhas pela Gol (ida) e 10 mil pela Tam (volta). Só daí eu já sabia que tinha tirado a sorte grande, pois geralmente ida e volta pro paraíso não sai por menos de 40mil milhas! :O

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Pousada:

Pesquisamos muito em sites, blogs, grupos no Facebook, etc. As pousadas na Ilha são em sua maioria domiciliares, simples, mas arrumadinhas. Claro que tem as tops, mas não tava no nosso orçamento, até porque ficamos 1 semana. Depois de mandar email pra várias pra saber as tarifas e o que estava incluso (suite com ar condicionado?café da manhã?transfer do aeroporto?) decidimos pela Lenda das Águas, super bem avaliada no Trip Advisor, com fotos no site e atendimento atencioso por email.

Recolhendo dicas:

Perguntamos aos amigos que já tinham ido o que era essencial fazer por lá. Vários deram as mesmas dicas: alugar bugre, fazer Ilha Tour, mergulhar, levar snorkel, fazer o passeio do barco Trovão dos Mares, fazer aquasub (pranchinha presa ao barco onde vc é ‘levado’ olhando pro fundo do mar), assistir às palestras do Projeto Tamar, preparar a carteira pois a comida por lá seria cara. Juntamos todas as dicas num doc e levamos na viagem pra ajudar a montar os roteiros.

Na mala:

Fui uma de pessoa ‘elevada’ e restringi bastante as roupas na mala. O que deu super certo! Dois shorts, algumas regatas leves e dois vestidinhos de renda pra um programa à noite foram suficientes. Claro, não poupei nos biquínis, acho que levei umas 6 combinações possíveis. De sapato: um chinelo, uma alpargata arrumadinha e um tênis de corrida. Duas cangas (excelente ideia – deixar uma secando por um dia é bom, e além disso tem muita poeira e terra nos caminhos entre as praias, vale usar as cangas pra nao sujar a roupa no bugre). Protetor solar 30 pro corpo e 60 pro rosto, chapéu, óculos escuros, coisas pro banho e bastante leave-in pra domar a juba entre um mergulho e outro (ainda mais se vc fizer snorkel..). Quem enjooa, não pode se esquecer do Dramin pra tomar antes dos passeios de barco. Claro que lá tem farmácia, mas vai que tá em falta?

No mais, levei muita disposição pra curtir os passeios e as novas experiências que estavam por vir. Pro post não ficar giiiga amanhã eu conto mais de como é, finalmente, botar os pés nessa ilha maravilhosa! Aguarde 😉

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2 comentários sobre “No paraíso: Fernando de Noronha – parte 1

  1. Que viagem perfeita, Mari! Só me deu mais vontade ainda de conhecer esse paraíso!
    ps: adorei a parte de evoluída de levar pouca coisa na mala. Não consigo!! hahaha

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