Últimos filmes vistos

* 500 dias com ela (500 days of summer)

Tudo fofo: o personagem principal, o figurino, a fotografia… Elogiaram tanto esse filme que achei que fosse melhor, mas tem seu valor! Fiquei me perguntando como deve ser realmente boring o trabalho de redator de cartões comemorativos, ainda mais se  a pessoa quer ser, na verdade, um arquiteto. Joseph Gordon-Levitt (eu bem lembrava dele de 10 coisas que odeio em você) e Zooey Deschanel estão uma graça.

*  Tudo pode dar certo (Whatever works)

Deliciosa comédia de Woody Allen. Produção “desprentensiosa”, diálogos inteligentes e personagem neurótico e mal-humorado (o ótimo Larry David). Além disso, Henry Cavill tá um colírio para os olhos…Vale muito a pena conferir!

* Julie & Julia

Julie passava por aquela fase da vida em que as coisas parecem sem graça, o dia-a-dia sem desafios, enfim, ela não sabia como usar sua criatividade em algo positivo e que lhe desse prazer (alguém  aí se identificou?)…E foi então que se entregou à graça de Julia e suas receitas deliciosas e desafiadoras. Julie estabeleceu uma incrível meta gastrônomica e registou todo seu caminho em um blog (que podia ter um layout mais bonitinho, né?). Missão cumprida que rendeu um livro e um filme deliciosos e inspiradores!

Ele não está a fim de você

Fui ao cinema ontem assistir ao tão falado Ele não está a fim de você. Enfim, consegui reunir  três amigas (nós todas, atualmente, com algum tipo de problema com os homens) para conferir a produção e tentar tirar dela algum aprendizado em relação aos jogos amorosos.

Confesso que achei a primeira cena genial – a menininha que é maltrata pelo coleguinha, vai chorar no colo da mãe e ouve um “ele fez isso pq, na verdade, está totalmente a fim de você” – demonstra como somos criadas, desde molecas, para acreditar que a rejeição masculina nada mais é do que amor ou, pelo menos, tesão enrustido. E aí quando levamos um fora na vida real  não conseguimos nos conformar…Tudo bem, mas que as mães, a Disney e a sociedade em geral são os culpados uma mulher esperta já sabe faz tempos…

O filme vai rolando e, sem querer parecer chata, todos os persongens me irritaram. Isso até já era de se esperar, pois o  assunto não é dos mais agradáveis anyway. Mas a Gigi, personagem de Ginnifer Goodwin , tem a voz tão esganiçada que eu arriscaria afirmar ser esse o motivo dela não engatar um segundo encontro com ninguém. Hahaha. A Scarlet Johansson tá com um cabelo platinado e com uns cachos tão artificiais que eu achei ela brega demais (o figurinho colaborou para isso), mas foi a menos irritante pq era a mais bem resolvida da história. Além disso, a Drew Barrymore que é uma das minhas favoritas tinha um papel meio irrelevante.

É por essas (e outras) que o filme se torna cansativo. É uma pena que as frases mais inteligentes e sensatas fiquem restritas ao final, acho que o filme ganharia mais ritmo se as personagens fossem um tiquinho mais espertas. Mas tudo bem, acredito que existam mulheres iguais ou até mais imaturas quando o assunto é homem.

O recado final, que todas as espectadoras devem aprender com esse filminho mais ou menos, é que com o tempo gasto nos jogos de conquista cada mulher vai aprender a identificar os cafas em que não devem gastar nem um segundo do dia pensando,  e os rolos em que vale a pena investir, aqueles que você pode criar algumas expectativas sem se decpecionar total. E o mais importante, que fica de lição para personagem da Connelly, é que se amar e se cuidar é o melhor que qualquer mulher precisa fazer diante de uma desilusão amorosa.  Porque, ACREDITEM É UMA REGRA, toda mulher passará pelo menos por uma. Nenhum casal vive feliz para sempre e os problemas surgem pra gente superar e se tornar uma pessoa melhor e mais interessante!”Se bastar” é a ordem, mesmo que você esteja num relacionamento…