Eu quero!

As capinhas de celular já viraram item mais do que necessário não só para proteger a tela e etc, mas também para deixá-lo com a sua cara. Afinal, quem não ama dar um toque pessoal a eles? (se eu tivesse várias, trocaria praticamente todo dia!)

A novidade é que tem novas versões interessantes por aí: a editora Condé Nast, que publica revistas como a Vogue, Vanity Fair e GQ decidiu criar modelos de cases com algumas de suas capas mais icônicas.

A Vogue, que existe desde 1892, integra o time com capas de 1917, 1919 (ainda eram ilustradas!) e de 1939. Já as da Vanity Fair, também do começo do século XX, mostram banhistas com seus trajes hoje considerados vintage. Os produtos podem ser comprados na loja online da Condé Nast – entrega no Brasil, mas tem um frete nada em conta!

The youthquake

Escrevi esse post pra Dress e fiquei com vontade de postar aqui também, com mais liberdade, claro! Desde que comecei a me interessar por moda, fiquei ainda mais apaixonada pelos anos 60 e seus movimentos culturais.

Em NY tive a chance de ver a exposição Youthquake! no FIT, onde eram exibidos manequins vestindo criações da época, matérias de veículos de moda da época, campanhas e alguns vídeos interessantes. Foi a primeira vez que os jovens causaram impacto no mundo, influenciando para sempre as futuras gerações.

Quis ver como isso estava estampado na Vogue e, pesquisando pela internet, achei algumas capas bem interessantes. Vale fazer um contraponto entre a década anterior e a de 60, reparar como as modelos ficaram mais jovens, as fontes mais coloridas, as chamadas mais desafiadoras.

Londres foi o epicentro do Youthquake, não é de se espantar, portanto, que as capas da Vogue UK sejam as mais interessantes! O site deles tem um arquivo ótimo de capas. E eu tô louca pra comprar (ou ganhar!) o livro Vogue: the covers.

Achei essa da esquerda, de 1956, até ousada pro que vinha sendo feito. Mas essa chamada “what to wear with what” denuncia o caretismo, né?! E a Twiggy de delineador azul na direita? Arrasou!

Enfim.. ❤ the 60’s.